
Há mais de três décadas carrego, com altivez e coragem, um fardo que poucos suportariam sem se curvar. Não é apenas o peso do tempo, mas o peso da responsabilidade de quem ousou enxergar além das fronteiras impostas pelo sistema e decidiu dar voz ao que a Academia insiste em silenciar. Desde os primeiros avistamentos, passando pelo início árduo e desafiador, até a consolidação vitoriosa do Ecossistema Dakila, minha trajetória tem sido um livro aberto. Um livro que muitos tentaram rasgar, distorcer e manchar, mas que permanece vivo, escrito com suor, sangue e retidão.
A imprensa, em grande parte, não busca a verdade. Busca o espetáculo, o escândalo, o assassinato de reputações. E eu venho sendo, durante décadas, alvo dessa engrenagem perversa. Mas não me calei. Não me rendi. Não me vendi.
Hoje, falo não como empresário, não como Comendador do Brasil, não como pesquisador reconhecido internacionalmente. Falo como homem, como pai, como cidadão que vê seu nome atacado simplesmente por tentar libertar o Brasil e o mundo das correntes da ignorância científica e da prisão do sofrimento financeiro.
Dizem que sou polêmico. Eu afirmo: SOU NECESSÁRIO. A polêmica é apenas o rótulo que a mediocridade dá ao que não consegue compreender. Há décadas venho sendo caçado. Grandes veículos midiáticos, como Rede Globo e Folha de São Paulo, atuando como instrumentos de interesses obscuros, tentaram me transformar em vilão. Criaram caricaturas, ridicularizaram minha imagem e buscaram associar meu nome a atos que jamais cometi. E por quê? Porque a verdade incomoda. Porque afirmar que a Terra não é como nos ensinaram, que a Amazônia guarda tesouros incomparáveis e que o sistema financeiro funciona como uma engrenagem de escravidão moderna ameaça diretamente o poder estabelecido. Os verdadeiros donos do mundo, naturalmente, me odeiam.
Mais uma vez surgem acusações, sussurradas pelos covardes e amplificadas pelos mal-intencionados, questionando minhas companhias e parcerias. É hora de colocar os pingos nos “is”. Reafirmo com absoluta clareza: AO MEU LADO SEMPRE CAMINHARAM APENAS OS JUSTOS E OS HONRADOS. Carregar uma missão da envergadura da nossa, que é desenvolver tecnologias capazes de salvar vidas e edificar um sistema econômico justo como o BDM Digital, é tarefa que não se cumpre em solidão. Exige diálogo, articulação e a construção de pontes. Busquei o Estado, invoquei as prefeituras, aproximei-me daqueles que manejam a caneta do poder. Lutei. Procurei governadores, ministros, secretários de Estado. Transpus os portais dos palácios, recebi distinções nacionais e internacionais, não por vaidade, mas porque o Ecossistema Dakila necessita dessas aberturas para expandir seus benefícios e alcançar o povo.
Muitas vezes estendi a mão a figuras do poder que aparentavam honradez, mas que, em sua essência, estavam submersas na lama. Hoje, essas mesmas figuras recorrem à lógica midiática perversa, tentando macular minha trajetória com narrativas venenosas. Em inúmeras ocasiões apresentei-me de coração aberto, levando projetos e soluções para o turismo, a saúde e a economia aos governantes nacionais e internacionais. Declaro, com absoluta clareza e firmeza: jamais pedi ou recebi qualquer recurso público. Minha intenção sempre foi legítima, minha conduta irretocavelmente íntegra, minha oferta de ajuda genuína e desinteressada.
Um ato errado exige dolo, exige a vontade de fazer o mal. O meu único “dolo” pode ter sido acreditar que eu poderia mudar o sistema por dentro, que poderia convencer a máquina pública a trabalhar pelo povo e não por si mesma. Vejam o caso recente do protocolo de intenções com o Governo de São Paulo. Eles nos procuraram pedindo ajuda. Nós não pedimos dinheiro. Nós oferecemos conhecimento, oferecemos o legado do Caminho de Peabiru, oferecemos tecnologia e apoio técnico. E o que aconteceu? A mídia atacou, e o governo, acovardado, recuou. ELES TÊM MEDO. Medo de que a população descubra que uma associação 100% privada, sem receber nenhum centavo de dinheiro público, faz mais pelo Brasil do que décadas de políticas estatais bilionárias. Isso incomoda muita gente poderosa.
Falam de mim, mas silenciam diante das milhares de vidas que já transformamos. Quem estende a mão aos famintos quando o Estado falha? O Ecossistema Dakila. Nossas Ações Cívico-Sociais (ACISOS) não são espetáculo midiático; são esperança concreta para aqueles que nada possuem. Quem gera emprego e renda em municípios esquecidos pelos poderosos? NÓS. Erguemos Zigurats, uma cidade-modelo, autossustentável e resiliente, onde o ser humano encontra harmonia, segurança e proteção contra as tempestades catastróficas que se anunciam.
Enquanto eles especulam na Bolsa de Valores, nós criamos o BDM: uma moeda com lastro real, sustentada pelo patrimônio e pelas riquezas do nosso solo, concebida para devolver dignidade e poder de compra ao trabalhador. E pergunto: isso é questionável? É errado desejar que o pobre tenha acesso à riqueza sem ser esmagado pelos juros impiedosos dos grandes bancos? Nossa missão não é apenas legítima; é necessária, urgente e inadiável.
Ninguém conhece o verdadeiro preço que pago por essa luta. Não sou apenas eu que sou atacado. Minha família é alvo. Nossos amigos são perseguidos. Nossos associados são importunados. Nós, que entregamos nossos corpos e nossas almas, derramamos sangue e suor em nome de uma causa maior. Não existe fortuna capaz de comprar a paz de espírito que tentam nos arrancar. Mas nós não paramos. Nós resistimos. Resistimos porque a causa é maior do que qualquer ataque. Resistimos porque sabemos que estamos erguendo um legado que ultrapassa os limites da nossa própria existência. Resistimos porque somos fortes, e nossa força é INIGUALÁVEL.
A vida no Ecossistema Dakila não é um clube de lazer; é uma trincheira de guerra que exige disciplina, honra e companheirismo. Nós não somos espectadores, somos combatentes comprometidos com a retidão absoluta. Dentro do Ecossistema seguimos as leis dos homens e as leis universais, defendemos a família, defendemos a pátria, defendemos a moral, respeitamos e promovemos os bons costumes. Aqui ninguém fica para trás, ninguém se rende e ninguém se vende.
É fácil julgar quem está lutando nas trincheiras, com o rosto sujo de poeira e sangue, enquanto se está sentado na fortaleza da mentira, no conforto do anonimato. Eu estou nessa guerra há 30 anos. Enfrentei mentiras, enfrentei a mídia, enfrentei a traição dos poderosos. Mas olhem para o resultado. Olhem para o tamanho do nosso Ecossistema hoje. Estamos em todos os estados do Brasil e em vários países. Temos pesquisadores tirando do bolso para fazer o que as universidades bilionárias não têm coragem de fazer. Temos tecnologias disruptivas e ferramentas econômicas sem comparação. Nós realmente mudamos vidas.
Eles dizem que somos “isso ou aquilo”. Eu digo em alto e bom som: VENHAM VER. Venham a Zigurats. Venham conhecer nossa infraestrutura, nossos observatórios, nossas pesquisas. Participem de nossos encontros. Conversem com nossos membros. A verdade não precisa de defesa, ela precisa de testemunhos. E nós temos centenas de milhares deles.
Não vou recuar diante da missão de levar nosso conhecimento às esferas de poder, porque é exatamente lá que se decidem os destinos que afetam a vida de todo o povo. Não aceitarei ser condenado por ter buscado fazer o bem. A minha consciência é o meu tribunal, e nela sou absolvido todos os dias, pois sei que cada passo dado e cada risco enfrentado tiveram um propósito maior: garantir a cada associado e simpatizante de Dakila a oportunidade de viver em um mundo livre das amarras e manipulações do sistema. No Ecossistema Dakila não somos espectadores, somos combatentes pela liberdade, e nossa luta é constante, legítima e inabalável.
Aos que me perseguem: VOCÊS JÁ PERDERAM. A verdade é como a água: sempre encontra uma fresta. A represa de mentiras que vocês construíram está prestes a romper. E vocês vão se afogar na lama.
Aos meus leais companheiros de luta, nossos associados, ergam a cabeça. Estar ao nosso lado é estar ao lado da verdade. O tempo, senhor da razão, já revela quem constrói e quem destrói. Ele mostrará quem está certo e quem está errado. NÓS VAMOS VENCER ESTA GUERRA.
Nós somos Dakila. Nós somos o futuro.
BORA SACUDIR O MUNDO!

