As fotos da Premiere Caminho de Peabiru já estão disponíveis, clique no botão e acesse o albúm.

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O que é o Caminho de Peabiru

O Caminho Peabiru constitui uma das mais extraordinárias descobertas já documentadas em território brasileiro, representando uma vasta rede de trilhas milenares que interligava o litoral brasileiro às cordilheiras andinas e, conforme revelado pelas pesquisas pioneiras de Dakila Pesquisas, estendia-se muito além, alcançando diversos continentes. Esta monumental obra de engenharia, com estimativas de idade entre três mil e 12 mil anos (com evidências apontando para até 150 mil anos, segundo pesquisas avançadas de Dakila), recebeu diferentes denominações conforme as culturas que a utilizaram: "caminho do gramado amassado", "caminho que leva ao céu", "caminho da terra sem mal" e "caminho para o centro da terra".

 

As investigações científicas conduzidas por Dakila Pesquisas demonstram que o Peabiru não era simplesmente uma trilha de passagem, mas parte de um sofisticado sistema de rotas que cruzavam os atuais territórios do Brasil, Paraguai, Bolívia, Peru, e se estendiam para diversos países da Europa como Espanha, Portugal e França, com evidências significativas também no Líbano e Turquia. Em território brasileiro, os trechos mais preservados desta magnífica estrada encontram-se em Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rio de Janeiro e por toda a Amazônia, muitos deles ainda apresentando revestimentos de pedras e outros vestígios históricos meticulosamente documentados pelas expedições de Dakila.

 

A precisão do traçado do Peabiru, alinhado com referências geográficas e pontos específicos, continuam a surpreender pesquisadores contemporâneos, evidenciando o avançado conhecimento de seus construtores. Os povos indígenas desempenharam papel fundamental na preservação, utilização e transmissão do conhecimento sobre essa estrada milenar, mantendo viva sua existência através de tradições orais, lendas e práticas culturais, mesmo diante da perda de registros históricos formais ao longo dos séculos.

O que é o Caminho de Peabiru

O Caminho Peabiru constitui uma das mais extraordinárias descobertas já documentadas em território brasileiro, representando uma vasta rede de trilhas milenares que interligava o litoral brasileiro às cordilheiras andinas e, conforme revelado pelas pesquisas pioneiras de Dakila Pesquisas, estendia-se muito além, alcançando diversos continentes. Esta monumental obra de engenharia, com estimativas de idade entre três mil e 12 mil anos (com evidências apontando para até 150 mil anos, segundo pesquisas avançadas de Dakila), recebeu diferentes denominações conforme as culturas que a utilizaram: "caminho do gramado amassado", "caminho que leva ao céu", "caminho da terra sem mal" e "caminho para o centro da terra".

 

As investigações científicas conduzidas por Dakila Pesquisas demonstram que o Peabiru não era simplesmente uma trilha de passagem, mas parte de um sofisticado sistema de rotas que cruzavam os atuais territórios do Brasil, Paraguai, Bolívia, Peru, e se estendiam para diversos países da Europa como Espanha, Portugal e França, com evidências significativas também no Líbano e Turquia. Em território brasileiro, os trechos mais preservados desta magnífica estrada encontram-se em Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rio de Janeiro e por toda a Amazônia, muitos deles ainda apresentando revestimentos de pedras e outros vestígios históricos meticulosamente documentados pelas expedições de Dakila.

 

A precisão do traçado do Peabiru, alinhado com referências geográficas e pontos específicos, continuam a surpreender pesquisadores contemporâneos, evidenciando o avançado conhecimento de seus construtores. Os povos indígenas desempenharam papel fundamental na preservação, utilização e transmissão do conhecimento sobre essa estrada milenar, mantendo viva sua existência através de tradições orais, lendas e práticas culturais, mesmo diante da perda de registros históricos formais ao longo dos séculos.

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Qual a importância do Caminho Peabiru para Dakila Pesquisas

O Caminho Peabiru representa um elemento crucial para a compreensão da verdadeira origem da humanidade e das primeiras civilizações que habitaram a Terra. É precisamente por esta razão que Dakila Pesquisas, sob a visionária liderança do presidente Urandir Fernandes de Oliveira, dedica recursos significativos e expertise científica ao estudo sistemático desta estrada milenar. O objetivo primordial desta investigação é trazer à luz uma "nova visão sobre a origem do homem e das primeiras civilizações que habitaram a terra", desafiando narrativas históricas convencionais e revelando verdades que permaneceram ocultas por milênios.

 

A abordagem metodológica de Dakila Pesquisas distingue-se pela integração de múltiplas técnicas científicas de ponta: pesquisas de campo meticulosas, tecnologias avançadas de sensoriamento remoto (como LiDAR), análises sofisticadas de simbologias e interpretação criteriosa de registros históricos. Esta metodologia multidisciplinar permite reunir evidências robustas que ajudam a revelar e difundir a verdade histórica que ficou enterrada e oculta nas trilhas do Peabiru.

 

Conforme declarado pelo presidente Urandir Fernandes de Oliveira, a meta fundamental de Dakila é "mostrar a realidade como realmente é", trazendo à luz descobertas arqueológicas de importância monumental que foram sistematicamente negligenciadas pela historiografia tradicional. Em essência, Dakila Pesquisas assume a missão de resgatar o legado científico do Peabiru, ampliando significativamente o conhecimento em história, arqueologia, turismo e cultura, e corrigindo lacunas críticas no ensino tradicional que têm privado a humanidade de compreender suas verdadeiras origens.

 

Esta pesquisa não apenas reescreve capítulos fundamentais da história humana, mas também estabelece o Brasil como epicentro de uma civilização milenar de alcance mundial, posicionando Dakila Pesquisas na vanguarda do conhecimento científico mundial.

Qual a importância do Caminho Peabiru para Dakila Pesquisas

O Caminho Peabiru representa um elemento crucial para a compreensão da verdadeira origem da humanidade e das primeiras civilizações que habitaram a Terra. É precisamente por esta razão que Dakila Pesquisas, sob a visionária liderança do presidente Urandir Fernandes de Oliveira, dedica recursos significativos e expertise científica ao estudo sistemático desta estrada milenar. O objetivo primordial desta investigação é trazer à luz uma "nova visão sobre a origem do homem e das primeiras civilizações que habitaram a terra", desafiando narrativas históricas convencionais e revelando verdades que permaneceram ocultas por milênios.

 

A abordagem metodológica de Dakila Pesquisas distingue-se pela integração de múltiplas técnicas científicas de ponta: pesquisas de campo meticulosas, tecnologias avançadas de sensoriamento remoto (como LiDAR), análises sofisticadas de simbologias e interpretação criteriosa de registros históricos. Esta metodologia multidisciplinar permite reunir evidências robustas que ajudam a revelar e difundir a verdade histórica que ficou enterrada e oculta nas trilhas do Peabiru.

 

Conforme declarado pelo presidente Urandir Fernandes de Oliveira, a meta fundamental de Dakila é "mostrar a realidade como realmente é", trazendo à luz descobertas arqueológicas de importância monumental que foram sistematicamente negligenciadas pela historiografia tradicional. Em essência, Dakila Pesquisas assume a missão de resgatar o legado científico do Peabiru, ampliando significativamente o conhecimento em história, arqueologia, turismo e cultura, e corrigindo lacunas críticas no ensino tradicional que têm privado a humanidade de compreender suas verdadeiras origens.

 

Esta pesquisa não apenas reescreve capítulos fundamentais da história humana, mas também estabelece o Brasil como epicentro de uma civilização milenar de alcance mundial, posicionando Dakila Pesquisas na vanguarda do conhecimento científico mundial.

Principais locais pesquisados até agora

Dakila Pesquisas têm conduzido expedições científicas meticulosamente documentadas em pontos estratégicos do Caminho Peabiru, estabelecendo uma cronologia de descobertas que revolucionam nossa compreensão histórica. Confira a seguir os principais pontos pesquisados até agora.

  • 2021Serra da Muralha (Rondônia)

    Uma das mais significativas descobertas de Dakila Pesquisas ocorreu em 2001, sob a Serra da Muralha em Rondônia, quando a equipe de pesquisadores encontrou o que é considerado o "marco zero" – a primeira demarcação dos Muril que construíram Ratanabá. Este local estratégico, que funciona como o "centro" da América do Sul, permitiu à equipe definir não apenas a construção principal dos Muril, mas também diversas outras estruturas espalhadas por todos os continentes. A Serra da Muralha, um sítio arqueológico conhecido desde a década de 1970, apresenta uma impressionante construção feita com grandes blocos de pedra, estendendo-se por aproximadamente 380 metros. Esta estrutura monumental tem sido objeto de contínuas expedições e de estudos por Dakila Pesquisas. As investigações na Serra da Muralha têm revelado conexões cruciais com o complexo de Ratanabá e outras estruturas antigas. Segundo os pesquisadores de Dakila, os "mitos" das cidades de Ofir, Akahim e Akakor são partes do complexo que envolve Ratanabá, assim como as civilizações Maia e Inca, evidenciando uma interconexão histórica e arqueológica de alcance mundial. A importância do "marco zero" vai além de seu valor arqueológico imediato – ele proporcionou a localização exata da capital Ratanabá e direcionou as pesquisas para outros pontos estratégicos, como as Linhas de Apiacás, São Miguel das Missões e diversos "Fortes" distribuídos pelo mundo, compondo um mapa arqueológico revolucionário que desafia narrativas históricas convencionais.
  • Maio 2022Quadras de Apiacás (Mato Grosso)

    Esta significativa descoberta ocorreu entre 31 de maio e 19 de junho de 2022, quando a equipe realizou um mapeamento pioneiro utilizando tecnologia LiDAR (Light Detection and Ranging) na região de Apiacás, Mato Grosso. A expedição científica, conduzida por Elias Martins, comandante da aeronave, e Wallace Assumpção Silva, operador de equipamentos especiais, empregou tecnologia de ponta certificada pelo Ministério da Defesa para mapear uma área de 96 hectares sem necessidade de desmatamento. O resultado foi a identificação de aproximadamente 30 quadras e 30 ruas em formato retilíneo, denominadas "Quadras de Ratanabá", que representam evidências concretas de uma civilização milenar na Amazônia. O geoarqueólogo Saulo Ivan Nery, mestrando em Estudos Rurais pela Universidade Federal dos Vale do Jequitinhonha e Mucuri, após análise técnica rigorosa dos dados obtidos pelo LiDAR, confirmou categoricamente a origem antrópica (intervenção humana) das estruturas: "A presença de traços retilíneos que se diferenciam dos padrões erosivos naturais da região indica o primeiro fato que fundamenta a possibilidade da origem antrópica das presentes estruturas. Fica nítido que os padrões erosivos atuantes na região durante bilhões de anos construíram formas bem diferentes do que aquelas que foram identificadas pelo método LiDAR." Esta descoberta revolucionária foi apresentada em uma transmissão ao vivo no canal oficial de Dakila Pesquisas, onde o presidente Urandir Fernandes de Oliveira e a pesquisadora Fernanda Lima, que participaram ativamente das expedições, compartilharam as imagens oficiais da varredura do LiDAR e as análises técnicas que comprovam a existência de uma civilização avançada na Amazônia pré-colombiana, conectada ao Caminho de Peabiru.
  • Junho 2022Pé de Ratanabá (Paranaíta/MT)

    Em 14 de junho de 2022, pesquisadores de Dakila encontraram uma impressionante pegada fossilizada em uma rocha na região de Paranaíta, Mato Grosso. Denominada "Pé de Ratanabá" pela equipe científica, esta marcação monumental apresenta 2,41 metros de comprimento, sugerindo que seu autor teria entre 12 e 14 metros de altura, conforme análises preliminares. A expedição, liderada pelo presidente Urandir Fernandes de Oliveira e pela diretora de pesquisas Fernanda Lima, acompanhados por Rafael Hungria, Garibaldi Rodrigues e Júlia Rodrigues, percorreu pontos históricos na divisa do Mato Grosso com o Pará. A descoberta ocorreu quando a equipe identificou uma formação rochosa com coloração e estrutura diferenciadas em meio a um vale de rochas. Enquanto as pedras ao redor apresentavam coloração escura, a rocha com a pegada fossilizada exibia um tom acinzentado único na região. "Estas pegadas fazem parte do Caminho de Peabiru, que nos levou a Ratanabá. Todo o caminho é demarcado por 'pisadas' deste tipo, por isso pode nos trazer várias respostas ao estudo da cidade de Ratanabá. São relíquias arqueológicas, onde diversos profissionais de todo o mundo estão catalogando-as e podem mostrar uma história que não se encaixa hoje", explicou Urandir Fernandes de Oliveira durante a apresentação da descoberta. Esta descoberta, exclusiva de Dakila Pesquisas, representa mais uma evidência concreta da existência de civilizações milenares avançadas que habitaram a região amazônica em tempos remotos. O "Pé de Ratanabá" se junta a outras pegadas gigantes encontradas em diferentes partes do mundo, como a descoberta pelo pesquisador Michael Tellinger na África do Sul em 2012 e as marcações encontradas na Califórnia, EUA, reportadas em 1925 e 1926.
  • Junho 2022Sítio Pedra Preta (Paranaíta/MT)

    A expedição liderada por Dakila ao sítio arqueológico da Pedra Preta, no dia 18 de junho de 2022, reconhecido como o maior painel de pictogravuras do Brasil, revelou semelhanças surpreendentes entre os desenhos e os registros de Ratanabá, evidenciando conexões culturais milenares.
  • Novembro 2022Aldeia Balaio e São Gabriel da Cachoeira (AM)

    Após a divulgação da descoberta de Ratanabá, a "Cidade Perdida" na Amazônia Brasileira, lideranças da etnia indígena Tukano convidaram os pesquisadores da Associação Dakila Pesquisas a buscar vestígios da possível civilização mais antiga do mundo, no Estado do Amazonas. A expedição ocorreu entre os dias 7 e 14 de novembro, no Município de São Gabriel da Cachoeira, no Alto do Rio Negro. Os indígenas levaram a equipe aos locais onde foram construídas as moradias antigas, onde foram encontradas machadinhas e cerâmicas. "Nestes locais encontramos indícios do Caminho do Peabiru – trajetos que partem de Ratanabá e cortam o continente sul-americano. Vimos marcas interessantes em rochas e também indícios de Ratanabá. Alguns pontos ficam a seis dias de caminhada e voltaremos lá depois", relatou a pesquisadora Fernanda Lima. 
  • Novembro 2022 Apuí - Rio Aripuanã (AM)

    Pesquisadores de Dakila encontram navio naufragado possivelmente anterior ao ano de 1.500 no Amazonas A história do Brasil e até internacional poderá ser revista caso se confirme a datação do período pré-cabralino de um navio naufragado, encontrado por pesquisadores da Associação Dakila Pesquisas, num rio do município de Apuí (AM). A equipe identificou a embarcação por meio de sonar e de sondas com câmeras acopladas. Nas margens do local, ribeirinhos acharam utensílios muito antigos com escritas identificando diferentes localidades, como a Holanda, louças bem elaboradas e diversas garrafas, uma delas com a data do ano 1000 e outra de 1415. A expedição ocorreu entre os dias 22 e 26 de novembro.
  • Setembro 2023Barra de Ararapira (SP)

    Em Barra de Ararapira, a equipe de Dakila encontrou novas informações cruciais sobre o Caminho de Peabiru, incluindo pedras, esculturas, pinturas e formas geográficas em linha. Um dos achados mais significativos foi um trecho do Caminho Peabiru que se estende para o mar, evidenciando que essa rota conectava continentes. Nesta expedição, Dakila utilizou pela primeira vez uma nova tecnologia: um drone equipado com LiDAR, permitindo escanear de forma mais rápida e eficaz pequenas áreas durante as pesquisas.
  • Novembro 2023 Curitiba (PR)

    De 30 de outubro a 03 de novembro foram realizadas visitas técnicas em Campo Largo e Balsa Nova (Paraná), com descobertas importantes que farão a equipe retornar para aprofundar ainda mais as pesquisas. A descoberta mais significativa ocorreu na Capela do Tamanduá, onde a equipe utilizou tecnologia de ponta – o GPR (Ground Penetrating Radar ou Radar de Penetração de Solo) – para detectar a localização precisa de túneis subterrâneos utilizados pelos Jesuítas como rota de fuga durante conflitos com os indígenas da região. A existência desses túneis foi posteriormente confirmada pelo proprietário da pousada Cristal do Horizonte, Ubiratan Pedro Bruel, evidenciando a precisão dos métodos científicos empregados por Dakila Pesquisas. Ainda na região de Curitiba, a equipe explorou a trilha de Itupava, acessada pelo município de Quatro Barras, onde conseguiu alcançar o pavimento original do Caminho de Peabiru. A aproximadamente 50 metros da entrada da trilha, os pesquisadores identificaram uma estrutura desmoronada que sugere ser um mini silo – estruturas que, segundo as pesquisas de Dakila, eram posicionadas a cada 12 km ao longo desses caminhos para armazenar água, comida e mel para os viajantes que percorriam a estrada. Para chegar ao pavimento original, a equipe enfrentou condições climáticas adversas, realizando uma caminhada de aproximadamente 5 km sob chuva, demonstrando o compromisso inabalável com a pesquisa científica. Mesmo com lama e solo escorregadio, os pesquisadores coletaram evidências cruciais que corroboram a autenticidade do trecho, incluindo marcas, desenhos e inscrições nas pedras que revelam aspectos da civilização que construiu e utilizou esses caminhos.
  • Dezembro 2023 Castro (PR)

    A equipe de pesquisadores de Dakila realizou um mapeamento extensivo na região, de 4 a 11 de dezembro, identificando vínculos locais significativos com o Caminho de Peabiru. As expedições estabeleceram conexões com trechos conhecidos na Serra de São Lourenço (SP), abrindo caminho para investigações subsequentes.
  • Dezembro 2023 Maior Painel de Gravuras da Amazônia (Rio Aripuanã/AM)

    Em dezembro de 2023, a equipe de pesquisadores de Dakila Pesquisas realizou uma expedição histórica ao estado do Amazonas, às margens do rio Aripuanã, onde identificou o que é considerado até o momento o maior painel de gravuras rupestres da Amazônia brasileira. Esta descoberta monumental, divulgada oficialmente em 2024, representa um marco sem precedentes para a arqueologia nacional e internacional. A expedição, liderada pelo CEO do Ecossistema Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira, e pela diretora de pesquisas Fernanda Lima, identificou três sítios com gravuras rupestres, sendo o último ponto, de acesso mais desafiador, também o mais surpreendente. Na manhã de 19 de dezembro, os pesquisadores chegaram ao local dos painéis, previamente visitado pela equipe Dakila de Apuí responsável pelo deslocamento fluvial. O complexo arqueológico descoberto é composto por 9 painéis em uma extensão total de 35 metros, sendo o maior deles com impressionantes 9 metros de comprimento por 4 metros de altura. Mais de 500 gravuras e micro gravuras foram meticulosamente registradas na rocha granitoide, abrangendo formas geométricas, desenhos antropomorfos, zoomorfos e representações de símbolos, alguns já vistos em outros sítios arqueológicos e outros completamente inéditos. "Nós encontramos na Amazônia Brasileira até agora o maior painel de gravuras, apresentando diversas simbologias. Acredito que estas gravuras contam histórias, pois há linhas que se assemelham a páginas separando as inscrições. Por que este painel é especial? Porque contém gravuras diferenciadas, incluindo micro gravuras. Considero de igual ou até maior importância do que a pedra do Ingá ou as gravuras encontradas na Pedra Preta em Paranaíta", afirmou Urandir Fernandes de Oliveira. A diretora de pesquisas de Dakila, Fernanda Lima, destacou o cuidado e a perspicácia de quem deixou as gravuras, observando que "tudo feito em pedra foi feito para durar. Quem fez contava que algum dia as futuras gerações chegariam aqui e teriam acesso a estas informações". Ela enfatizou que além das histórias do passado, o painel pode conter alertas para o futuro e fórmulas para a criação de tecnologias. O arqueólogo Saulo Ivan Nery, que participou da expedição e documentação, ressaltou a importância e contribuição científica deste achado para a arqueologia brasileira. Ele salientou que o painel identificado no leito do Rio Maracanã é inédito para a região, apresentando símbolos recorrentes em outros sítios arqueológicos, estabelecendo padrões importantes para a pesquisa. "É um achado importante para as pesquisas de Dakila, mas também para pesquisadores e arqueólogos do mundo inteiro." Um aspecto particularmente intrigante da descoberta foi a identificação de micro gravuras de uma precisão fora dos padrões convencionais em alguns locais do painel, suscitando questionamentos sobre a técnica ou tecnologia utilizada para a confecção do painel. Todos os sítios e informações foram devidamente registrados junto ao IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Esta descoberta está diretamente relacionada às pesquisas do Caminho de Peabiru, pois a identificação desses locais com gravuras foi baseada em evidências e indicações encontradas nos trabalhos de campo dos pesquisadores no estado do Paraná, seguindo os caminhos de Peabiru, cujo pavimento original encontra-se bem preservado no Brasil.
  • Abril 2024 Rio de Janeiro (RJ)

    Com o objetivo de encontrar mais peças para completar o quebra-cabeça do Caminho de Peabiru, pesquisadores de Dakila realizaram uma expedição ao Rio de Janeiro. O foco principal foi analisar rotas florestais com presença de muros, taipas e construções antigas. A missão se dividiu em quatro etapas estratégicas, cada uma revelando evidências significativas da presença de civilizações ancestrais na região.
  • Maio 2024 Florianópolis (SC)

    A expedição iniciou suas investigações no distrito de Coxilha Rica, localizado no município de Lages, onde a equipe foi guiada pelo especialista local Tibério. Os pesquisadores visitaram o cemitério da Família Ramos e a Fazenda da Família Ramos, onde identificaram extensas taipas (muros de pedra) e um impressionante corredor formado por estas estruturas, conhecido como "Caminho das Tropas", por onde passavam os tropeiros em séculos passados. Utilizando tecnologias avançadas como drones, LiDAR e GPR (Ground Penetrating Radar), o pesquisador Fernando Andreazza, operador destes equipamentos, constatou que as taipas presentes na região são contínuas e ininterruptas, estendendo-se por muitos quilômetros. Esta descoberta é particularmente significativa, pois corrobora a tese de que o Caminho de Peabiru era uma rede viária complexa e bem estruturada, construída com técnicas avançadas de engenharia para a época. Embora a construção do Caminho das Tropas remeta oficialmente a 1731, quando o português Cristóvão Pereira de Abreu iniciou a abertura da rota, as pesquisas de Dakila sugerem que estas estruturas podem ser muito mais antigas e fazer parte do sistema original do Caminho de Peabiru, utilizado pelos povos indígenas e possivelmente por civilizações anteriores. Em seguida, a equipe dirigiu-se ao município de São Pedro de Alcântara, onde se encontrou com pesquisadores locais de Dakila para explorar outra parte do Caminho das Tropas, que foi oficialmente tombado em 15 de novembro de 2004 pela Lei n.º 297. Durante este trajeto, os pesquisadores fizeram descobertas notáveis, incluindo: Um mini silo (reservatório/cavidade construído no chão para armazenar alimentos) - estruturas que, segundo as pesquisas de Dakila, eram posicionadas estrategicamente ao longo do Caminho de Peabiru para apoiar viajantes; Caminhos pavimentados com pedra, semelhantes aos encontrados na Trilha de Itupava no Paraná, demonstrando um padrão construtivo que se repete em diferentes regiões; Marcas em pedras e cortes não naturais que evidenciam intervenção humana antiga e possivelmente sinalização ou marcação de rotas. A diretora de Pesquisas de Ratanabá, Fernanda Lima, documentou meticulosamente estas estruturas, destacando a precisão dos cortes nas pedras e a engenhosidade do sistema construtivo, que resistiu a séculos de intempéries e ainda mantém sua integridade estrutural. Durante esta expedição, Urandir Fernandes de Oliveira, Fernanda Lima e Larissa Kautzmann (Diretora de Pesquisas Gerais) também participaram do Podcast Pé na Areia, onde discutiram o tema "TUDO SOBRE RATANABÁ", e do Web Rádio - Portal Carlos Magagnin, onde compartilharam as atualizações das descobertas do Caminho de Peabiru, ampliando a divulgação científica destes achados para o público. As descobertas em Florianópolis e Coxilha Rica integram-se ao mapeamento mais amplo que Dakila Pesquisas vem realizando em todo o Brasil, conectando pontos arqueológicos que revelam a existência de uma antiga e sofisticada rede de caminhos que interligava diferentes regiões do continente sul-americano.
  • Junho 2024 Juquitiba (SP)

    Em 21 de junho de 2024, Dakila Pesquisas alcançou um marco institucional significativo com a assinatura de um protocolo de intenções com o Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Turismo e Viagens do Estado (Setur-SP), para o desenvolvimento e revitalização dos Caminhos de Peabiru. A cerimônia solene ocorreu no Recanto de Peabiru, em Juquitiba, e contou com a presença do secretário estadual de Turismo e Viagens, Roberto de Lucena, do CEO do Ecossistema Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira, e de diversas autoridades locais e regionais. A partir da assinatura, o estado e a associação trabalharão juntos para: • Mapear informações culturais e científicas • Criar uma oferta de rota turística, incluindo atrações históricas e de aventura • Incentivar a adoção de tecnologias e inovação para apoiar a sustentabilidade no turismo • Promover ações de sensibilização e divulgação da Rota do Peabiru Estima-se que a extensão do Peabiru em São Paulo seja de aproximadamente 5 mil quilômetros, contando com os ramais, passando por aproximadamente 25 cidades.
  • Novembro 2024 Joinvile | Garuva (SC)

    A equipe multidisciplinar de Dakila Pesquisas retornou à região norte de Santa Catarina, especificamente aos municípios de Joinville e Garuva, para aprofundar os estudos sobre os Caminhos de Peabiru. Durante as expedições, os pesquisadores concentraram seus esforços nos Campos do Quiriri, uma área que abrange os municípios de Joinville, Garuva e Campo Alegre. Esta região, caracterizada por sua rica biodiversidade e formações geológicas peculiares, tem se mostrado um verdadeiro tesouro arqueológico para as pesquisas de Dakila. As investigações revelaram relevos peculiares, taipas de pedra e vestígios de antigas estruturas que indicam a presença de uma organização arquitetônica diferenciada, possivelmente associada aos povos que utilizavam os Caminhos de Peabiru como rota sagrada, comercial e migratória. Um dos pontos altos da expedição foi a exploração do Monte Crista, localizado em Garuva, onde a equipe documentou formações rochosas com alinhamentos não naturais que sugerem intervenção humana antiga. Estas estruturas apresentam padrões geométricos que se assemelham a outros sítios arqueológicos encontrados ao longo do Caminho de Peabiru em diferentes regiões do Brasil, reforçando a tese de uma rede integrada de rotas que conectavam o litoral brasileiro ao altiplano andino. A equipe de Dakila Pesquisas, composta por arqueólogos, geólogos, historiadores e especialistas em diversas áreas, utilizou equipamentos de alta tecnologia para mapear e documentar as estruturas com precisão, além de realizar análises comparativas com outros vestígios encontrados ao longo dos Caminhos de Peabiru. Este trabalho meticuloso permite uma compreensão mais profunda da complexidade e sofisticação das civilizações que habitaram a região. As pesquisas em Joinville e Garuva não se limitaram apenas ao trabalho de campo. A equipe também realizou entrevistas com moradores antigos, historiadores e escritores locais, coletando relatos e informações que ajudam a compor um quadro mais completo sobre a história e os mistérios da região. Esta abordagem multidisciplinar é uma marca registrada de Dakila Pesquisas, que busca integrar conhecimentos científicos com saberes tradicionais. A importância destas investigações foi reconhecida pela mídia regional, com o canal NSC TV, afiliada da Rede Globo em Santa Catarina, realizando uma reportagem especial sobre as descobertas de Dakila na região. Esta cobertura midiática contribui para a divulgação científica e para a valorização do patrimônio histórico e cultural brasileiro.
  • Fevereiro 2025 Cuiabá (MT)

    Em Fevereiro a equipe esteve em Mato Grosso, na Chapada dos Guimarães, um local conhecido por seus relatos de avistamentos e formações geológicas intrigantes. A pesquisa que está em andamento buscou compreender a origem de estruturas que apresentam encaixes perfeitos entre pedras gigantescas, sem o uso de cimento ou argamassa, algo semelhante ao encontrado em ruínas milenares ao redor do mundo. A Diretora de Pesquisas de Ratanabá, Fernanda, destacou a importância de um "olho bem treinado" para diferenciar estruturas comuns de estruturas perfeitamente alinhadas e um pouco inexplicáveis. Durante a expedição, ao observar muros de pedras com encaixes milimétricos, ela ironizou: "Acho que os escravos que fizeram esses encaixes perfeitos com pedras desse tamanho foram os mesmos que construíram as pirâmides do Egito."
  • Março 2025 Cananéia (SP)

    Uma expedição científica conduzida entre 10 e 14 de março de 2025, liderada pessoalmente pelo presidente Urandir Oliveira, remapeou setores cruciais do Caminho do Peabiru no litoral sul de São Paulo. A equipe identificou novos indícios da trilha milenar na região, contando com o apoio institucional da prefeitura e especialistas locais.
  • Março 2025 São Vicente (SP)

    Em 29 de março de 2025, São Vicente (SP), reconhecida como o primeiro povoado do Brasil colonial, foi incorporada oficialmente à rota de estudos de Dakila. A cidade passou a integrar as pesquisas sobre o Peabiru, juntando-se a outras localidades estratégicas (Florianópolis-SC, Paranaguá-PR, Cananéia-SP) que preservam vestígios desse caminho vital.

Cada uma destas expedições está rigorosamente documentada em publicações científicas e materiais audiovisuais produzidos por Dakila Pesquisas, incluindo imagens de alta resolução e relatórios detalhados de campo, disponíveis para consulta nos links indicados.

Principais locais pesquisados até agora

Dakila Pesquisas têm conduzido expedições científicas meticulosamente documentadas em pontos estratégicos do Caminho Peabiru, estabelecendo uma cronologia de descobertas que revolucionam nossa compreensão histórica. Confira a seguir os principais pontos pesquisados até agora.

  • 2021Serra da Muralha (Rondônia)

    Uma das mais significativas descobertas de Dakila Pesquisas ocorreu em 2001, sob a Serra da Muralha em Rondônia, quando a equipe de pesquisadores encontrou o que é considerado o "marco zero" – a primeira demarcação dos Muril que construíram Ratanabá. Este local estratégico, que funciona como o "centro" da América do Sul, permitiu à equipe definir não apenas a construção principal dos Muril, mas também diversas outras estruturas espalhadas por todos os continentes. A Serra da Muralha, um sítio arqueológico conhecido desde a década de 1970, apresenta uma impressionante construção feita com grandes blocos de pedra, estendendo-se por aproximadamente 380 metros. Esta estrutura monumental tem sido objeto de contínuas expedições e de estudos por Dakila Pesquisas. As investigações na Serra da Muralha têm revelado conexões cruciais com o complexo de Ratanabá e outras estruturas antigas. Segundo os pesquisadores de Dakila, os "mitos" das cidades de Ofir, Akahim e Akakor são partes do complexo que envolve Ratanabá, assim como as civilizações Maia e Inca, evidenciando uma interconexão histórica e arqueológica de alcance mundial. A importância do "marco zero" vai além de seu valor arqueológico imediato – ele proporcionou a localização exata da capital Ratanabá e direcionou as pesquisas para outros pontos estratégicos, como as Linhas de Apiacás, São Miguel das Missões e diversos "Fortes" distribuídos pelo mundo, compondo um mapa arqueológico revolucionário que desafia narrativas históricas convencionais.
  • Maio 2022Quadras de Apiacás (Mato Grosso)

    Esta significativa descoberta ocorreu entre 31 de maio e 19 de junho de 2022, quando a equipe realizou um mapeamento pioneiro utilizando tecnologia LiDAR (Light Detection and Ranging) na região de Apiacás, Mato Grosso. A expedição científica, conduzida por Elias Martins, comandante da aeronave, e Wallace Assumpção Silva, operador de equipamentos especiais, empregou tecnologia de ponta certificada pelo Ministério da Defesa para mapear uma área de 96 hectares sem necessidade de desmatamento. O resultado foi a identificação de aproximadamente 30 quadras e 30 ruas em formato retilíneo, denominadas "Quadras de Ratanabá", que representam evidências concretas de uma civilização milenar na Amazônia. O geoarqueólogo Saulo Ivan Nery, mestrando em Estudos Rurais pela Universidade Federal dos Vale do Jequitinhonha e Mucuri, após análise técnica rigorosa dos dados obtidos pelo LiDAR, confirmou categoricamente a origem antrópica (intervenção humana) das estruturas: "A presença de traços retilíneos que se diferenciam dos padrões erosivos naturais da região indica o primeiro fato que fundamenta a possibilidade da origem antrópica das presentes estruturas. Fica nítido que os padrões erosivos atuantes na região durante bilhões de anos construíram formas bem diferentes do que aquelas que foram identificadas pelo método LiDAR." Esta descoberta revolucionária foi apresentada em uma transmissão ao vivo no canal oficial de Dakila Pesquisas, onde o presidente Urandir Fernandes de Oliveira e a pesquisadora Fernanda Lima, que participaram ativamente das expedições, compartilharam as imagens oficiais da varredura do LiDAR e as análises técnicas que comprovam a existência de uma civilização avançada na Amazônia pré-colombiana, conectada ao Caminho de Peabiru.
  • Junho 2022Pé de Ratanabá (Paranaíta/MT)

    Em 14 de junho de 2022, pesquisadores de Dakila encontraram uma impressionante pegada fossilizada em uma rocha na região de Paranaíta, Mato Grosso. Denominada "Pé de Ratanabá" pela equipe científica, esta marcação monumental apresenta 2,41 metros de comprimento, sugerindo que seu autor teria entre 12 e 14 metros de altura, conforme análises preliminares. A expedição, liderada pelo presidente Urandir Fernandes de Oliveira e pela diretora de pesquisas Fernanda Lima, acompanhados por Rafael Hungria, Garibaldi Rodrigues e Júlia Rodrigues, percorreu pontos históricos na divisa do Mato Grosso com o Pará. A descoberta ocorreu quando a equipe identificou uma formação rochosa com coloração e estrutura diferenciadas em meio a um vale de rochas. Enquanto as pedras ao redor apresentavam coloração escura, a rocha com a pegada fossilizada exibia um tom acinzentado único na região. "Estas pegadas fazem parte do Caminho de Peabiru, que nos levou a Ratanabá. Todo o caminho é demarcado por 'pisadas' deste tipo, por isso pode nos trazer várias respostas ao estudo da cidade de Ratanabá. São relíquias arqueológicas, onde diversos profissionais de todo o mundo estão catalogando-as e podem mostrar uma história que não se encaixa hoje", explicou Urandir Fernandes de Oliveira durante a apresentação da descoberta. Esta descoberta, exclusiva de Dakila Pesquisas, representa mais uma evidência concreta da existência de civilizações milenares avançadas que habitaram a região amazônica em tempos remotos. O "Pé de Ratanabá" se junta a outras pegadas gigantes encontradas em diferentes partes do mundo, como a descoberta pelo pesquisador Michael Tellinger na África do Sul em 2012 e as marcações encontradas na Califórnia, EUA, reportadas em 1925 e 1926.
  • Junho 2022Sítio Pedra Preta (Paranaíta/MT)

    A expedição liderada por Dakila ao sítio arqueológico da Pedra Preta, no dia 18 de junho de 2022, reconhecido como o maior painel de pictogravuras do Brasil, revelou semelhanças surpreendentes entre os desenhos e os registros de Ratanabá, evidenciando conexões culturais milenares.
  • Novembro 2022Aldeia Balaio e São Gabriel da Cachoeira (AM)

    Após a divulgação da descoberta de Ratanabá, a "Cidade Perdida" na Amazônia Brasileira, lideranças da etnia indígena Tukano convidaram os pesquisadores da Associação Dakila Pesquisas a buscar vestígios da possível civilização mais antiga do mundo, no Estado do Amazonas. A expedição ocorreu entre os dias 7 e 14 de novembro, no Município de São Gabriel da Cachoeira, no Alto do Rio Negro. Os indígenas levaram a equipe aos locais onde foram construídas as moradias antigas, onde foram encontradas machadinhas e cerâmicas. "Nestes locais encontramos indícios do Caminho do Peabiru – trajetos que partem de Ratanabá e cortam o continente sul-americano. Vimos marcas interessantes em rochas e também indícios de Ratanabá. Alguns pontos ficam a seis dias de caminhada e voltaremos lá depois", relatou a pesquisadora Fernanda Lima. 
  • Novembro 2022 Apuí - Rio Aripuanã (AM)

    Pesquisadores de Dakila encontram navio naufragado possivelmente anterior ao ano de 1.500 no Amazonas A história do Brasil e até internacional poderá ser revista caso se confirme a datação do período pré-cabralino de um navio naufragado, encontrado por pesquisadores da Associação Dakila Pesquisas, num rio do município de Apuí (AM). A equipe identificou a embarcação por meio de sonar e de sondas com câmeras acopladas. Nas margens do local, ribeirinhos acharam utensílios muito antigos com escritas identificando diferentes localidades, como a Holanda, louças bem elaboradas e diversas garrafas, uma delas com a data do ano 1000 e outra de 1415. A expedição ocorreu entre os dias 22 e 26 de novembro.
  • Setembro 2023Barra de Ararapira (SP)

    Em Barra de Ararapira, a equipe de Dakila encontrou novas informações cruciais sobre o Caminho de Peabiru, incluindo pedras, esculturas, pinturas e formas geográficas em linha. Um dos achados mais significativos foi um trecho do Caminho Peabiru que se estende para o mar, evidenciando que essa rota conectava continentes. Nesta expedição, Dakila utilizou pela primeira vez uma nova tecnologia: um drone equipado com LiDAR, permitindo escanear de forma mais rápida e eficaz pequenas áreas durante as pesquisas.
  • Novembro 2023 Curitiba (PR)

    De 30 de outubro a 03 de novembro foram realizadas visitas técnicas em Campo Largo e Balsa Nova (Paraná), com descobertas importantes que farão a equipe retornar para aprofundar ainda mais as pesquisas. A descoberta mais significativa ocorreu na Capela do Tamanduá, onde a equipe utilizou tecnologia de ponta – o GPR (Ground Penetrating Radar ou Radar de Penetração de Solo) – para detectar a localização precisa de túneis subterrâneos utilizados pelos Jesuítas como rota de fuga durante conflitos com os indígenas da região. A existência desses túneis foi posteriormente confirmada pelo proprietário da pousada Cristal do Horizonte, Ubiratan Pedro Bruel, evidenciando a precisão dos métodos científicos empregados por Dakila Pesquisas. Ainda na região de Curitiba, a equipe explorou a trilha de Itupava, acessada pelo município de Quatro Barras, onde conseguiu alcançar o pavimento original do Caminho de Peabiru. A aproximadamente 50 metros da entrada da trilha, os pesquisadores identificaram uma estrutura desmoronada que sugere ser um mini silo – estruturas que, segundo as pesquisas de Dakila, eram posicionadas a cada 12 km ao longo desses caminhos para armazenar água, comida e mel para os viajantes que percorriam a estrada. Para chegar ao pavimento original, a equipe enfrentou condições climáticas adversas, realizando uma caminhada de aproximadamente 5 km sob chuva, demonstrando o compromisso inabalável com a pesquisa científica. Mesmo com lama e solo escorregadio, os pesquisadores coletaram evidências cruciais que corroboram a autenticidade do trecho, incluindo marcas, desenhos e inscrições nas pedras que revelam aspectos da civilização que construiu e utilizou esses caminhos.
  • Dezembro 2023 Castro (PR)

    A equipe de pesquisadores de Dakila realizou um mapeamento extensivo na região, de 4 a 11 de dezembro, identificando vínculos locais significativos com o Caminho de Peabiru. As expedições estabeleceram conexões com trechos conhecidos na Serra de São Lourenço (SP), abrindo caminho para investigações subsequentes.
  • Dezembro 2023 Maior Painel de Gravuras da Amazônia (Rio Aripuanã/AM)

    Em dezembro de 2023, a equipe de pesquisadores de Dakila Pesquisas realizou uma expedição histórica ao estado do Amazonas, às margens do rio Aripuanã, onde identificou o que é considerado até o momento o maior painel de gravuras rupestres da Amazônia brasileira. Esta descoberta monumental, divulgada oficialmente em 2024, representa um marco sem precedentes para a arqueologia nacional e internacional. A expedição, liderada pelo CEO do Ecossistema Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira, e pela diretora de pesquisas Fernanda Lima, identificou três sítios com gravuras rupestres, sendo o último ponto, de acesso mais desafiador, também o mais surpreendente. Na manhã de 19 de dezembro, os pesquisadores chegaram ao local dos painéis, previamente visitado pela equipe Dakila de Apuí responsável pelo deslocamento fluvial. O complexo arqueológico descoberto é composto por 9 painéis em uma extensão total de 35 metros, sendo o maior deles com impressionantes 9 metros de comprimento por 4 metros de altura. Mais de 500 gravuras e micro gravuras foram meticulosamente registradas na rocha granitoide, abrangendo formas geométricas, desenhos antropomorfos, zoomorfos e representações de símbolos, alguns já vistos em outros sítios arqueológicos e outros completamente inéditos. "Nós encontramos na Amazônia Brasileira até agora o maior painel de gravuras, apresentando diversas simbologias. Acredito que estas gravuras contam histórias, pois há linhas que se assemelham a páginas separando as inscrições. Por que este painel é especial? Porque contém gravuras diferenciadas, incluindo micro gravuras. Considero de igual ou até maior importância do que a pedra do Ingá ou as gravuras encontradas na Pedra Preta em Paranaíta", afirmou Urandir Fernandes de Oliveira. A diretora de pesquisas de Dakila, Fernanda Lima, destacou o cuidado e a perspicácia de quem deixou as gravuras, observando que "tudo feito em pedra foi feito para durar. Quem fez contava que algum dia as futuras gerações chegariam aqui e teriam acesso a estas informações". Ela enfatizou que além das histórias do passado, o painel pode conter alertas para o futuro e fórmulas para a criação de tecnologias. O arqueólogo Saulo Ivan Nery, que participou da expedição e documentação, ressaltou a importância e contribuição científica deste achado para a arqueologia brasileira. Ele salientou que o painel identificado no leito do Rio Maracanã é inédito para a região, apresentando símbolos recorrentes em outros sítios arqueológicos, estabelecendo padrões importantes para a pesquisa. "É um achado importante para as pesquisas de Dakila, mas também para pesquisadores e arqueólogos do mundo inteiro." Um aspecto particularmente intrigante da descoberta foi a identificação de micro gravuras de uma precisão fora dos padrões convencionais em alguns locais do painel, suscitando questionamentos sobre a técnica ou tecnologia utilizada para a confecção do painel. Todos os sítios e informações foram devidamente registrados junto ao IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Esta descoberta está diretamente relacionada às pesquisas do Caminho de Peabiru, pois a identificação desses locais com gravuras foi baseada em evidências e indicações encontradas nos trabalhos de campo dos pesquisadores no estado do Paraná, seguindo os caminhos de Peabiru, cujo pavimento original encontra-se bem preservado no Brasil.
  • Abril 2024 Rio de Janeiro (RJ)

    Com o objetivo de encontrar mais peças para completar o quebra-cabeça do Caminho de Peabiru, pesquisadores de Dakila realizaram uma expedição ao Rio de Janeiro. O foco principal foi analisar rotas florestais com presença de muros, taipas e construções antigas. A missão se dividiu em quatro etapas estratégicas, cada uma revelando evidências significativas da presença de civilizações ancestrais na região.
  • Maio 2024 Florianópolis (SC)

    A expedição iniciou suas investigações no distrito de Coxilha Rica, localizado no município de Lages, onde a equipe foi guiada pelo especialista local Tibério. Os pesquisadores visitaram o cemitério da Família Ramos e a Fazenda da Família Ramos, onde identificaram extensas taipas (muros de pedra) e um impressionante corredor formado por estas estruturas, conhecido como "Caminho das Tropas", por onde passavam os tropeiros em séculos passados. Utilizando tecnologias avançadas como drones, LiDAR e GPR (Ground Penetrating Radar), o pesquisador Fernando Andreazza, operador destes equipamentos, constatou que as taipas presentes na região são contínuas e ininterruptas, estendendo-se por muitos quilômetros. Esta descoberta é particularmente significativa, pois corrobora a tese de que o Caminho de Peabiru era uma rede viária complexa e bem estruturada, construída com técnicas avançadas de engenharia para a época. Embora a construção do Caminho das Tropas remeta oficialmente a 1731, quando o português Cristóvão Pereira de Abreu iniciou a abertura da rota, as pesquisas de Dakila sugerem que estas estruturas podem ser muito mais antigas e fazer parte do sistema original do Caminho de Peabiru, utilizado pelos povos indígenas e possivelmente por civilizações anteriores. Em seguida, a equipe dirigiu-se ao município de São Pedro de Alcântara, onde se encontrou com pesquisadores locais de Dakila para explorar outra parte do Caminho das Tropas, que foi oficialmente tombado em 15 de novembro de 2004 pela Lei n.º 297. Durante este trajeto, os pesquisadores fizeram descobertas notáveis, incluindo: Um mini silo (reservatório/cavidade construído no chão para armazenar alimentos) - estruturas que, segundo as pesquisas de Dakila, eram posicionadas estrategicamente ao longo do Caminho de Peabiru para apoiar viajantes; Caminhos pavimentados com pedra, semelhantes aos encontrados na Trilha de Itupava no Paraná, demonstrando um padrão construtivo que se repete em diferentes regiões; Marcas em pedras e cortes não naturais que evidenciam intervenção humana antiga e possivelmente sinalização ou marcação de rotas. A diretora de Pesquisas de Ratanabá, Fernanda Lima, documentou meticulosamente estas estruturas, destacando a precisão dos cortes nas pedras e a engenhosidade do sistema construtivo, que resistiu a séculos de intempéries e ainda mantém sua integridade estrutural. Durante esta expedição, Urandir Fernandes de Oliveira, Fernanda Lima e Larissa Kautzmann (Diretora de Pesquisas Gerais) também participaram do Podcast Pé na Areia, onde discutiram o tema "TUDO SOBRE RATANABÁ", e do Web Rádio - Portal Carlos Magagnin, onde compartilharam as atualizações das descobertas do Caminho de Peabiru, ampliando a divulgação científica destes achados para o público. As descobertas em Florianópolis e Coxilha Rica integram-se ao mapeamento mais amplo que Dakila Pesquisas vem realizando em todo o Brasil, conectando pontos arqueológicos que revelam a existência de uma antiga e sofisticada rede de caminhos que interligava diferentes regiões do continente sul-americano.
  • Junho 2024 Juquitiba (SP)

    Em 21 de junho de 2024, Dakila Pesquisas alcançou um marco institucional significativo com a assinatura de um protocolo de intenções com o Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Turismo e Viagens do Estado (Setur-SP), para o desenvolvimento e revitalização dos Caminhos de Peabiru. A cerimônia solene ocorreu no Recanto de Peabiru, em Juquitiba, e contou com a presença do secretário estadual de Turismo e Viagens, Roberto de Lucena, do CEO do Ecossistema Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira, e de diversas autoridades locais e regionais. A partir da assinatura, o estado e a associação trabalharão juntos para: • Mapear informações culturais e científicas • Criar uma oferta de rota turística, incluindo atrações históricas e de aventura • Incentivar a adoção de tecnologias e inovação para apoiar a sustentabilidade no turismo • Promover ações de sensibilização e divulgação da Rota do Peabiru Estima-se que a extensão do Peabiru em São Paulo seja de aproximadamente 5 mil quilômetros, contando com os ramais, passando por aproximadamente 25 cidades.
  • Novembro 2024 Joinvile | Garuva (SC)

    A equipe multidisciplinar de Dakila Pesquisas retornou à região norte de Santa Catarina, especificamente aos municípios de Joinville e Garuva, para aprofundar os estudos sobre os Caminhos de Peabiru. Durante as expedições, os pesquisadores concentraram seus esforços nos Campos do Quiriri, uma área que abrange os municípios de Joinville, Garuva e Campo Alegre. Esta região, caracterizada por sua rica biodiversidade e formações geológicas peculiares, tem se mostrado um verdadeiro tesouro arqueológico para as pesquisas de Dakila. As investigações revelaram relevos peculiares, taipas de pedra e vestígios de antigas estruturas que indicam a presença de uma organização arquitetônica diferenciada, possivelmente associada aos povos que utilizavam os Caminhos de Peabiru como rota sagrada, comercial e migratória. Um dos pontos altos da expedição foi a exploração do Monte Crista, localizado em Garuva, onde a equipe documentou formações rochosas com alinhamentos não naturais que sugerem intervenção humana antiga. Estas estruturas apresentam padrões geométricos que se assemelham a outros sítios arqueológicos encontrados ao longo do Caminho de Peabiru em diferentes regiões do Brasil, reforçando a tese de uma rede integrada de rotas que conectavam o litoral brasileiro ao altiplano andino. A equipe de Dakila Pesquisas, composta por arqueólogos, geólogos, historiadores e especialistas em diversas áreas, utilizou equipamentos de alta tecnologia para mapear e documentar as estruturas com precisão, além de realizar análises comparativas com outros vestígios encontrados ao longo dos Caminhos de Peabiru. Este trabalho meticuloso permite uma compreensão mais profunda da complexidade e sofisticação das civilizações que habitaram a região. As pesquisas em Joinville e Garuva não se limitaram apenas ao trabalho de campo. A equipe também realizou entrevistas com moradores antigos, historiadores e escritores locais, coletando relatos e informações que ajudam a compor um quadro mais completo sobre a história e os mistérios da região. Esta abordagem multidisciplinar é uma marca registrada de Dakila Pesquisas, que busca integrar conhecimentos científicos com saberes tradicionais. A importância destas investigações foi reconhecida pela mídia regional, com o canal NSC TV, afiliada da Rede Globo em Santa Catarina, realizando uma reportagem especial sobre as descobertas de Dakila na região. Esta cobertura midiática contribui para a divulgação científica e para a valorização do patrimônio histórico e cultural brasileiro.
  • Fevereiro 2025 Cuiabá (MT)

    Em Fevereiro a equipe esteve em Mato Grosso, na Chapada dos Guimarães, um local conhecido por seus relatos de avistamentos e formações geológicas intrigantes. A pesquisa que está em andamento buscou compreender a origem de estruturas que apresentam encaixes perfeitos entre pedras gigantescas, sem o uso de cimento ou argamassa, algo semelhante ao encontrado em ruínas milenares ao redor do mundo. A Diretora de Pesquisas de Ratanabá, Fernanda, destacou a importância de um "olho bem treinado" para diferenciar estruturas comuns de estruturas perfeitamente alinhadas e um pouco inexplicáveis. Durante a expedição, ao observar muros de pedras com encaixes milimétricos, ela ironizou: "Acho que os escravos que fizeram esses encaixes perfeitos com pedras desse tamanho foram os mesmos que construíram as pirâmides do Egito."
  • Março 2025 Cananéia (SP)

    Uma expedição científica conduzida entre 10 e 14 de março de 2025, liderada pessoalmente pelo presidente Urandir Oliveira, remapeou setores cruciais do Caminho do Peabiru no litoral sul de São Paulo. A equipe identificou novos indícios da trilha milenar na região, contando com o apoio institucional da prefeitura e especialistas locais.
  • Março 2025 São Vicente (SP)

    Em 29 de março de 2025, São Vicente (SP), reconhecida como o primeiro povoado do Brasil colonial, foi incorporada oficialmente à rota de estudos de Dakila. A cidade passou a integrar as pesquisas sobre o Peabiru, juntando-se a outras localidades estratégicas (Florianópolis-SC, Paranaguá-PR, Cananéia-SP) que preservam vestígios desse caminho vital.

Cada uma destas expedições está rigorosamente documentada em publicações científicas e materiais audiovisuais produzidos por Dakila Pesquisas, incluindo imagens de alta resolução e relatórios detalhados de campo, disponíveis para consulta nos links indicados.

Onde estamos hoje/ Próximos Passos

Atualmente, as pesquisas do Caminho de Peabiru conduzidas por Dakila Pesquisas encontram-se em uma fase avançada de remapeamento sistemático de trechos estratégicos distribuídos pelo sul e sudeste do Brasil, fortalecidas por parcerias público-privadas de alto nível institucional. Dakila mantém operações científicas ativas em São Paulo, Paraná e Santa Catarina, empregando tecnologias de ponta como LIDAR, drones e sondas especializadas para documentar com precisão milimétrica as trilhas originais.

 

Um marco significativo deste trabalho é o convênio firmado com a Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo para estudos aprofundados na região de Cananéia e São Vicente, demonstrando o reconhecimento governamental da relevância científica e cultural das pesquisas de Dakila.

Paralelamente, prosseguem as análises avançadas das imagens capturadas em locais de difícil acesso, como florestas inundadas e paisagens costeiras, para confirmar ligações submersas do Peabiru, conforme já observado na Barra do Ararapira, Ilha do Cardoso-SP.

 

Os próximos passos estratégicos incluem o aprofundamento do mapeamento dos trechos já identificados e a exploração de novas áreas indicadas por relatos históricos e "memórias culturais" preservadas por comunidades tradicionais.

 

Como afirmou o presidente Urandir Oliveira, "agora vamos aprofundar e investigar" nas localidades já sinalizadas, consolidando um trabalho científico sem precedentes na história brasileira.

Onde estamos hoje/ Próximos Passos

Atualmente, as pesquisas do Caminho de Peabiru conduzidas por Dakila Pesquisas encontram-se em uma fase avançada de remapeamento sistemático de trechos estratégicos distribuídos pelo sul e sudeste do Brasil, fortalecidas por parcerias público-privadas de alto nível institucional. Dakila mantém operações científicas ativas em São Paulo, Paraná e Santa Catarina, empregando tecnologias de ponta como LIDAR, drones e sondas especializadas para documentar com precisão milimétrica as trilhas originais.

 

Um marco significativo deste trabalho é o convênio firmado com a Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo para estudos aprofundados na região de Cananéia e São Vicente, demonstrando o reconhecimento governamental da relevância científica e cultural das pesquisas de Dakila.

Paralelamente, prosseguem as análises avançadas das imagens capturadas em locais de difícil acesso, como florestas inundadas e paisagens costeiras, para confirmar ligações submersas do Peabiru, conforme já observado na Barra do Ararapira, Ilha do Cardoso-SP.

 

Os próximos passos estratégicos incluem o aprofundamento do mapeamento dos trechos já identificados e a exploração de novas áreas indicadas por relatos históricos e "memórias culturais" preservadas por comunidades tradicionais.

 

Como afirmou o presidente Urandir Oliveira, "agora vamos aprofundar e investigar" nas localidades já sinalizadas, consolidando um trabalho científico sem precedentes na história brasileira.

Onde pretendemos chegar (Novo mapa Internacional do Caminho Peabiru)

A visão estratégica de longo prazo de Dakila Pesquisas é consolidar um revolucionário Mapa Internacional do Caminho Peabiru, reescrevendo fundamentalmente o mapa histórico atual à luz das descobertas científicas sem precedentes realizadas pela instituição.

 

Este ambicioso projeto visa "mostrar todas as interligações, principalmente do litoral brasileiro até o coração da Amazônia/Ratanabá", estabelecendo um mapeamento que será verdadeiramente "histórico" e trará "muitas novidades" para a ciência mundial.

 

O "Remapeamento Internacional do Caminho Peabiru" representa a integração meticulosa dos dados coletados em todas as expedições científicas – conectando o Peabiru a antigos caminhos e estradas que ligavam continentes – para elaborar um atlas inédito da civilização original mundial. Este plano abrangente não se limita às trilhas do Brasil e América Latina (como Paraguai, Bolívia e Peru), mas contempla também as extensões do Peabiru em outras partes do mundo, revelando uma rede mundial.

 

Em sua essência, Dakila Pesquisas pretende reformular os fundamentos da historiografia mundial, proporcionando à humanidade um entendimento mais amplo e preciso de nossas verdadeiras raízes civilizacionais, além de criar novos pontos turísticos culturais de interesse mundial. Como parte desta visão, já existe planejamento para novas temporadas da série documental, sendo a primeira a ser estreada em Campo Grande/ MS no dia 21/05/2025, cada uma será dedicada a outras regiões do Caminho do Peabiru pelo Brasil – MS, SP e PR – com o objetivo de promover o turismo científico, cultural e ecológico.

 

Conforme declarado pelo presidente Urandir Fernandes de Oliveira: "Remapear o Caminho do Peabiru é preservar o passado, desvendar a nossa história e criar oportunidades para o futuro, unindo cultura, inovação e sustentabilidade".

 

Esta declaração sintetiza o compromisso de Dakila com a reconstrução completa da estrada do Peabiru em sua totalidade, desde seu início no Brasil até outros continentes, incluindo trechos submersos, para demonstrar que esta foi "a estrada mais antiga da face da Terra".

 

Um aspecto revolucionário desta pesquisa é a conexão estabelecida entre o Peabiru e Ratanabá, revelando que "todos os caminhos levam para RATANABÁ, que por sua vez sai para todos os lugares do mundo", confirmando a posição do Brasil como berço de uma civilização mundial e Ratanabá como a verdadeira "capital do mundo".

 

Esta descoberta monumental está interligada a todos os grandes monumentos existentes na Terra, reposicionando completamente nossa compreensão da história humana.

 

O mapeamento histórico em desenvolvimento por Dakila Pesquisas trará contribuições inestimáveis para questões escolares, historiadores, antropólogos, arqueólogos, e até mesmo para a compreensão da atuação dos Jesuítas e da colonização do Brasil, revelando que esta estrada já existia "até mesmo antes dos índios aqui chegarem", desafiando completamente as narrativas históricas convencionais.

Onde pretendemos chegar (Novo mapa Internacional do Caminho Peabiru)

A visão estratégica de longo prazo de Dakila Pesquisas é consolidar um revolucionário Mapa Internacional do Caminho Peabiru, reescrevendo fundamentalmente o mapa histórico atual à luz das descobertas científicas sem precedentes realizadas pela instituição.

 

Este ambicioso projeto visa "mostrar todas as interligações, principalmente do litoral brasileiro até o coração da Amazônia/Ratanabá", estabelecendo um mapeamento que será verdadeiramente "histórico" e trará "muitas novidades" para a ciência mundial.

 

O "Remapeamento Internacional do Caminho Peabiru" representa a integração meticulosa dos dados coletados em todas as expedições científicas – conectando o Peabiru a antigos caminhos e estradas que ligavam continentes – para elaborar um atlas inédito da civilização original mundial. Este plano abrangente não se limita às trilhas do Brasil e América Latina (como Paraguai, Bolívia e Peru), mas contempla também as extensões do Peabiru em outras partes do mundo, revelando uma rede mundial.

 

Em sua essência, Dakila Pesquisas pretende reformular os fundamentos da historiografia mundial, proporcionando à humanidade um entendimento mais amplo e preciso de nossas verdadeiras raízes civilizacionais, além de criar novos pontos turísticos culturais de interesse mundial. Como parte desta visão, já existe planejamento para novas temporadas da série documental, sendo a primeira a ser estreada em Campo Grande/ MS no dia 21/05/2025, cada uma será dedicada a outras regiões do Caminho do Peabiru pelo Brasil – MS, SP e PR – com o objetivo de promover o turismo científico, cultural e ecológico.

 

Conforme declarado pelo presidente Urandir Fernandes de Oliveira: "Remapear o Caminho do Peabiru é preservar o passado, desvendar a nossa história e criar oportunidades para o futuro, unindo cultura, inovação e sustentabilidade".

 

Esta declaração sintetiza o compromisso de Dakila com a reconstrução completa da estrada do Peabiru em sua totalidade, desde seu início no Brasil até outros continentes, incluindo trechos submersos, para demonstrar que esta foi "a estrada mais antiga da face da Terra".

 

Um aspecto revolucionário desta pesquisa é a conexão estabelecida entre o Peabiru e Ratanabá, revelando que "todos os caminhos levam para RATANABÁ, que por sua vez sai para todos os lugares do mundo", confirmando a posição do Brasil como berço de uma civilização mundial e Ratanabá como a verdadeira "capital do mundo".

 

Esta descoberta monumental está interligada a todos os grandes monumentos existentes na Terra, reposicionando completamente nossa compreensão da história humana.

 

O mapeamento histórico em desenvolvimento por Dakila Pesquisas trará contribuições inestimáveis para questões escolares, historiadores, antropólogos, arqueólogos, e até mesmo para a compreensão da atuação dos Jesuítas e da colonização do Brasil, revelando que esta estrada já existia "até mesmo antes dos índios aqui chegarem", desafiando completamente as narrativas históricas convencionais.