

Presidente de Dakila Pesquisas cumpre missão histórica em São Paulo e tem acesso inédito à Bíblia de Zurique, uma das obras mais raras e poderosas do mundo
Em um momento marcante de sua trajetória à frente do Ecossistema Dakila Pesquisas, Urandir Fernandes de Oliveira protagonizou uma expedição monumental pela capital paulista que reforça a grandeza da instituição que lidera. Ele visitou locais estratégicos, acessou acervos restritos, estabeleceu conexões importantes e teve diante de si um dos maiores tesouros documentais da humanidade, a Bíblia de Zurique, uma obra sagrada de 1519, da qual restam apenas três exemplares no mundo (sendo que um deles está preservado no Brasil).
A jornada reafirmou por que Dakila ocupa uma posição única no cenário global das pesquisas independentes. Cada passo da instituição é guiado pelo compromisso com o conhecimento autêntico, livre de distorções e interesses ocultos. Em São Paulo, essa missão encontrou descobertas valiosas que se conectam com o trabalho que Dakila realiza em diversas partes do mundo, sempre em busca das verdades esquecidas que moldam a história da humanidade.
Urandir iniciou a expedição pelo Instituto Histórico Geográfico de São Paulo, uma das mais respeitadas entidades de preservação de memória do país. Fundado em 1894, o Instituto mantém documentos, mapas, publicações e registros que sustentam parte do entendimento sobre a formação cultural e geopolítica do Brasil. A visita de Dakila estabeleceu um diálogo entre duas forças que valorizam, com profundidade, o passado como alicerce para compreender o presente e desvendar o futuro.
A atuação de Dakila, com suas pesquisas de campo, seu mapeamento técnico e suas investigações arqueológicas e astronômicas, encontra no Instituto um espelho de reconhecimento. Ambos buscam os fragmentos esquecidos da história, cada um com sua metodologia, mas com uma mesma essência de descobrir e preservar o que é real.
A grandiosidade da agenda se intensificou em Ribeirão Pires, no emblemático Castelo de Robson Miguel. O local, construído com recursos próprios pelo renomado músico e compositor, reúne uma combinação impactante de arte, arquitetura, simbolismo e história. O castelo, que já serviu de cenário para produções televisivas, jamais havia autorizado filmagens da peça mais sagrada que abriga: a Bíblia de Zurique.
Momento histórico
Dakila foi a primeira e única organização autorizada a registrar, em vídeo e fotografia, cada detalhe dessa obra monumental. A permissão veio da confiança construída com base na seriedade e no propósito da instituição. Robson Miguel reconheceu em Dakila uma organização com responsabilidade científica e entendimento profundo sobre o valor histórico daquela relíquia. “Muitos pediram acesso apenas pela fama, mas Dakila veio pelo conhecimento”, afirmou.
A Bíblia de Zurique, também conhecida como Bíblia de Froschauer, foi a primeira tradução completa das Escrituras para o alemão, sob a liderança do reformador suíço Ulrich Swinglio. Impressa em 1519, ela foi uma peça central na Reforma Protestante na Suíça e um divisor de águas na forma como as Escrituras passaram a ser acessadas, sem a intermediação das instituições religiosas. O livro contém o primeiro mapa bíblico da história e reúne 13 livros apócrifos ignorados pelas versões oficiais, trazendo informações sobre temas como os Anunnakis, os Nefilins e outras entidades que aparecem nas origens da humanidade.
Do total de cinco exemplares impressos, dois foram destruídos. Um deles foi queimado junto com Swinglio, executado em um ataque de representantes da Igreja Católica que buscavam silenciar a propagação de ideias consideradas subversivas. Os três exemplares remanescentes estão hoje na Catedral de Grossmünster, na Suíça; na sede da ONU, nos Estados Unidos; e no castelo de Robson Miguel, no Brasil. Este último, guardado com extremo zelo, é o primeiro exemplar impresso e, por isso, o mais valioso.
Ao apresentar o livro para Urandir, Robson comentou com humor e reverência: “Ela está bem vovó, porque é uma peça de 525 anos. E muita gente não sabe que parte do que Dakila pesquisa está comprovado aqui. É desse livro que saem muitas referências. Ele é o começo de tudo.”
A reação de Urandir foi imediata e carregada de emoção: “Quanta honra poder ter acesso a essa relíquia mundial. O mundo inteiro, recheado de guerras, mortes e articulações da Idade Média, viu pessoas serem queimadas vivas por conta deste monumento. Mas também houve aqueles agraciados com sabedoria. Essa Bíblia proporcionou descobertas, muita sabedoria e muito conhecimento. Fazer parte disso é, para nós, a chave de ouro. E todo esse conhecimento será para a eternidade.”
Direito ao conhecimento
O castelo onde repousa essa joia da humanidade é também uma obra de resistência histórica. Robson Miguel projetou 11 túneis subterrâneos, passagens secretas, 77 olhos ocultos esculpidos nas paredes e recriou elementos da dor e da ancestralidade com calabouços, pelourinhos, celas. Cada espaço carrega simbolismos da história dos negros, dos povos originários e da luta contra o apagamento cultural. E agora, por meio de Dakila, esse patrimônio ganha nova vida, nova leitura e novo alcance.
A Bíblia de Zurique representa tudo o que Dakila defende. Ela é o direito ao acesso integral e direto ao conhecimento, sem censura, sem camadas de controle, sem a interferência de dogmas que limitam a percepção humana. Assim como Swinglio acreditava que cada indivíduo deveria ter acesso direto às Escrituras, Urandir afirma que o conhecimento é um bem da humanidade, e não de grupos privilegiados.
Essa missão se torna ainda mais vital num mundo em que o controle da informação continua agindo de forma sutil, mas persistente. A perseguição ao pensamento livre hoje não se dá mais com fogueiras ou enforcamentos, mas com silenciamentos institucionais, descredibilizações e bloqueios. Dakila enfrenta esse cenário com ousadia, método e coragem, buscando em campo as evidências que sustentam uma nova narrativa histórica e científica para a humanidade.
A jornada em São Paulo não foi um feito isolado. Ela faz parte de uma estratégia ampla, que busca resgatar os alicerces mais puros do saber humano. O acesso à Bíblia de Zurique marca um momento-chave (de ouro!) dessa trajetória. Um símbolo vivo de tudo aquilo que ainda precisa ser recuperado, estudado e compartilhado.
Ao final dessa missão, permanece a certeza de que a contribuição de Dakila ultrapassa qualquer fronteira. Ela se manifesta na preservação de relíquias, na revelação de verdades esquecidas e na reconstrução da memória da humanidade. O Ecossistema Dakila reescreve a história com base em documentos reais, provas concretas e coragem inabalável.
A busca pelo conhecimento mais puro continua. E é essa a marca que Dakila imprime no mundo: a devolução da verdade original à população. Uma verdade que liberta, que transforma, que resgata e que aponta o caminho de volta à nossa essência.
